terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Parabéns Pipoca.



E porque ontem não me foi possível. Resta-me o dia de hoje para dar os parabéns ao membro mais recente e mais amado da família. A Pipoca fez, dia 12 de Janeiro de 2008, um aninho. Só lhe falta mesmo falar, porque é uma humana autêntica.
Obrigada pelo carinho e dedicação:)

Fantastic 4.


(Há 5 anos foi assim...)


Será hoje o regresso. Mais um capítulo para as nossas aventuras.


É assim há 5 anos. Conhecemo-nos e crescemos juntos. Não faria sentido ser de outra maneira. Não quando a pancada é a mesma:) E...já tinha tantas saudades. Finalmente hoje seremos "fantastic" por mais uma noite....


E só falta um elemento. Mas ela está sempre connosco. Sempre!:) Porque só fazemos sentido sendo todos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Foi assim com a amiga.




Ela foi. Foi e passou aqueles dois dias em casa de outra amiga. No último dia, ele não deixou. Não deixou porque não aguentou as saudades e o facto de saber que voltariam a estar longe. Então... Ela foi. Foi e ficou em casa dele. Foram e ficaram juntinhos no sofá a noite toda a ver TV com o cão por perto. E ficaram. Ficaram agarrados a noite toda, a manhã e um pouco da tarde também. Mas chegou a hora da separação. Chegou e ele foi levá-la ao comboio. Mas chegaram e ficaram no carro, juntinhos, mesmo até à última.

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Ela foi. Foi e quase ficava em terra, mas foi. E já sentada, ele decidiu mandar-lhe uma sms a dizer que a adora e chamou-a namorada. Ao que ela respondeu: namorada?; e ele: queres?; e ela: tens noção de que vou ser eu lá em cima e tu cá em baixo?aceitas?; ele: aceito. E então ela respondeu: SIM :)

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Aiiii....com a amiga foi assim.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Foi cíclico.

O que começou há 6 meses, acabou do mesmo modo. Foi cíclico. Foi isso que me levou, no dia 31 (esse malfadado dia), a ter esta conversa convosco enquanto almoçávamos. Olhei para cada uma (e um)...
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- Que giro. Acabou da mesma forma que começou. No meu primeiro dia esta mesa estava cheia de gente...e hoje está igual. Foi cíclico.
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Esperança, sorrisos e o nada. Foi o que me esperou no primeiro dia.
- Bom dia. Queria falar com Filipa Ferreira, sou a nova estagiária.
- Bom dia. Ela pediu para entrar. Está no trânsito. A Isabel da Agenda vai recebê-la.
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Foi um mundo novo. A entrada na redacção foi...estranha. As cadeiras, as mesas, os computadores, as pessoas. Tudo muito mais pequeno. No entanto...afável. Casa. Sentia-me em casa.
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28 dias na Agenda, 1 mês e uma semana de online, 1 semana de madrugadas, 1 semana e 2 dias de in take, 1 mês e 3 dias de Cartaz Cultural, 1 semana de madrugadas e 2 meses de equipa de Fim-de-Semana.
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Aprendizagem. Muita. Comunicação. Gargalhadas. Festas. Choro.
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Éramos assim:















Bruninha, Lili, Margarida, eu, Ana, Di e os meninos (da esq. para a dir.) Richard e Phil.
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Crescemos. Cada um foi para seu lado, mas continuamos a manter contacto. Porque sabemos o quão importantes fomos na vida uns dos outros. Porque sabemos que aprendemos e "fomos" verdadeiramente, todos juntos.
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Os almoços seguidos dos banhos de sol no parque de estacionamento mais "in" de Carnaxide não foram, por nós, esquecidos. As gargalhadas (tenho sempre de as frisar) de percebermos que as pessoas de quem o Richard falava, apareciam. E a vergonha de sermos apanhados também.
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Os menus que, quando traduzidos em má cara de um elemento do grupo, se tornavam verdadeiras aventuras ao Mac.
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E a investida ao estúdio do PJ e JN, com medo que a "cortina" se abrisse e toda a redacção nos descobrisse?
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Enfim. Tantas memórias. Nossas. E só nossas.
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Algum tempo passou. As pessoas foram-se. Vieram outras. Ninguém foi substituído. Mas todos foram acarinhados.
E passados 6 meses...este foi o resultado:















Tânia, Cátia (ou Mogo, como preferirem), eu, Patrícia, Phil e Martita.
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Os cafés tomados, os lanches demorados e as confidências trocadas. Foram os tempos que passamos. As fugidas até ao bar para dois dedos de conversa, ficam para sempre. As idas ao Alegro. Pessoas que ficam. Marcas que permanecem.
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Muitos mais poderiam aqui aparecer. Perdoem-me por não estarem na foto. Mas foi cíclico. E era assim que tinha de ser.
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By the way...obrigada:)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O orgulho de ser tua neta. A saudade de ti, de nós*



Chega devagarinho e levanta o manto. Puxa a cortina e ouve: as risadas, os choros, a correria, a poesia.
Há crianças na sala. Há novos e velhos. Mas há. Nada é triste ou está perdido quando .
Está tudo tão cheio. Sempre esteve. Com as tuas histórias, as tuas zangas pelo Benfica, os teus olhares cortantes e as tuas gargalhadas de criança.
A cada beijo, o afecto. A cada abraço, o orgulho. E, agora, a cada planta, a cada comboio...pedaços de ti.
Viagens para o nada. O bilhete é grátis e não é precisa marcação. Esquece o cartão jovem, o desconto que me possa dar...Não quero embarcar.
Quero o comboio seguinte. Esse mesmo: o dos sonhos, das tuas histórias de guerra e das gargalhadas.
A saudade de sermos todos.
A saudade de sermos completos.
A saudade de seres tu.

Vô...


terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ponto de situação.

O percurso é incerto. Vai sendo delineado, quer ao sabor do vento, quer ao sabor do momento, quer tendo em conta as vontades. Uma coisa é certa: estou mais do que consciente de que estou a aproveitar este meu estágio da melhor maneira.

Ponto de situação:
Já não trabalho na sic online. Há uma semana que fui para o "in take". É o chamado acompanhar os serviços dos jornalistas. Muito bom. Todos os serviços que tenho acompanhado foram de situações muito engraças, as jornalistas extremamente simpáticas e boas conselheiras e professoras. Nada melhor, para começar, do que sair com a minha Dianinha. :)

Entretanto. Fui obrigada a interromper o meu percurso no "in take" e iniciar-me nas lides das madrugadas. E cá estou eu, na minha quinta noite, fresca que nem uma alface.
Nas madrugadas volta-se ao trabalho de redacção e acrescento-lhe o da agenda. Para além de o telefone estar por minha conta, faço offs para as várias edições da madrugada da sic not (ou sic notícias, para quem não é da casa :p ). Entretanto... entretanto...se acontecer alguma coisa de noite, lá vou eu ser atirada às feras. E saio sozinha com o câmara. Aconteceu-me na minha primeira madrugada, mas infelizmente não deu para fazer nada. Não tinha valor notícia. Mas sim. Há quem ande mortinho por me lançar às feras... E mais não digo.

Tenho, apenas, uma certeza: rendi-me completamente à SIC:).

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Amor de pai(s)

Este é talvez, de todos os textos que já tive a oportunidade de ler, um dos poucos que mais me tocou. Não é por ter sido concebido uma pessoa que tanto admiro. Nem é tanto por isso.

Falo do "Play the blues". Todo ele emana sentimentos contidos, vividos, muitas vezes, na solidão. O tema é complexo: numa separação quem sofre mais com a ausência dos rebentos gerados quando tudo corria bem? A mãe ou o pai?

Claro está que o povo "ordena" que, em caso de ruptura, os filhos devem ficar com a mãe. Afinal, foi ela que carregou com eles. Esse facto parece dar uma espécie de prioridade. Sou mulher. E embora não pretenda ter filhos, após ler o texto em questão fiquei em profunda reflexão. É verdade que as mães sofrem imenso. Mas... caramba...e os pais?

Quando falo de "escassez de afectos" é a assuntos deste tipo que me refiro. Este é, sem dúvida, um daqueles que transpira afectos por todos os poros. E é deste tipo de "escrituras", puras e saídas directamente daquilo que todos queremos esconder, que o Mundo precisa. Talvez assim as pessoas deixassem de ser tão egoístas.

Como se diria na RFM..."vale a pena pensar nisto"...