Posto isto... Como é que o país pode andar p'ra frente se quem deve dar o exemplo não respeita ninguém? Que palhaçada senhores... Que vergonha!
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
em época de crise. roupinhas p'ra fora. nem o Pai Natal se livra.

Ao que parece o Bloco de Esquerda promoveu hoje um strip-tease de Pais Natais. Tudo em nome do ambiente, das alterações climáticas e do efeito que têm na vida das pessoas.
Vamos lá ver: o Pai Natal não é aquele senhor gordo, já com alguma idade, que desce chaminés e cuja expressão mais repetida é "ho ho ho"? Então... se só imaginar UM Pai Natal a despir-se é capaz de ser uma experiência demasiado radical, imagem VÁRIOS!! No way! I rest my case!
[imagem sacada daqui]
terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
à Manuela Maria. com toda a generosidade que merece.
Foi assim. Como uma surpresa de aniversário. Tal e qual como quando nos diziam, em miúdos "se te portares bem, dou-te uma prenda". Foi assim que senti este momento. O culminar de anos de admiração. De ser pequenina e ver o Armando Cortez actuar e pensar como desejava conhecê-lo, como nutria por ele um carinho e um afecto como quem olha para um avô muito querido. Era assim que o via. E ela lá estava. Sempre. Sublime. Um casal que eu queria porque queria que pertencesse à minha família.
Anos volvidos surge a oportunidade. Associada a mais uma grande estreia do meu querido La Féria. "Quer ir fazer reportagem d'"A Casa do Lago" do La Féria?", perguntaram-me. "CLARO", foi a minha pronta resposta. Foi um orgulho, um prazer imenso fazer parte de mais uma estreia La Feriana, de mais um sucesso recheado de pessoas muito queridas. E lá estava ela.
Transportando toda a calma à qual já nos habituou e, simultaneamente, imensas recordações da minha infância. Aproximei-me, falei-lhe e a magia aconteceu. Conheci mais uma pessoa daquelas que valem mesmo a pena. Mas mesmo. Aliás, devia ser obrigatório o povo português privar todo com ela, nem que seja apenas por 5 minutos. Falei o que me (foi e) ia no coração. Houve emoção. No final, um abraço sentido. É por estes momentos que vivo e é por estes momentos que luto. Muito obrigada Manuela Maria. Será sempre um orgulho dizer que a conheci.
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Amália é Portugal. Portugal é Fado.
Senti-lhe o gosto pela voz um pouco rouca e tão carregada de vida, de gentes, de locais. Arrepiei-me. Ao ouvir, vi-me. Vi a minha família, os meus amigos, os bairros de Lisboa, o pôr-do-sol em Alfama e senti as pedras da calçada. Os cheiros. As casas de fado. A Amália deu-me a conhecer Portugal. Um Portugal que eu desconhecia. Um povo que sente, chora, sofre, mas que tem muita esperança e fé. Apresentava, assim, Portugal:
Mostrou a estranha forma de vida que temos. Levou Portugal mais além. Dez anos após o seu desaparecimento é recordada com saudade. Uma palavra tão nossa e que o seu rosto tão bem expressava. Deixo aqui uma das minhas favoritas:
Tenho de lhe agradecer eternamente o facto de me ter mostrado mundos novos. Foi graças a ela e por ela que fui ver o meu primeiro musical. "Amália". Genial. Um ser humano tão genial que roçava, para mim, o transcendente. E, ao mesmo tempo, tão simples. Tão agarrada aos prazeres terrenos... ao vício das compras dos sapatos, dos vestidos, ao vício do tabaco, até ao mais ternurento dos vícios, o roubar, delicadamente, flores.
Por ser tão especial e tão única é, hoje, recordada, relembrada e homenageada...assim:
Depois dela, nada foi igual. Não ouvia fado sem sair dela. Até ao dia em que me voltei a apaixonar e deixei que Ana Moura entrasse na minha vida. E não mais sairá.
Nasce, hoje, a primeira emissora nacional de fado. Será lançada em Lisboa e morará aqui. Obrigada Amália. Obrigada. Tu és Portugal. Portugal é o teu Fado.
Conversas de rua.
Em pleno regresso a casa, ouvi um trecho de uma conversa entre dois homens. Um dizia que tinha ido ao médico, há tempos, por causa de umas dores no braço e que lhe tinha sido receitado um determinado tipo de medicamento. Passado alguns tempos, regressou ao consultório porque teve outra dor, desta feita na cabeça. Foi-lhe receitado novo remédio, diferente do último. O senhor, genialmente, concluiu:
- Mas se o remédio é tudo p'ra mesma coisa, p'ra dor, porque é que ele não passa sempre o mesmo?
Lá está. Diz quem sabe que cada parte do nosso corpo tem características diferentes e que, por isso, os tratamentos têm de estar em conformidade com esse aspecto. Mas não sou quem o diz. São eles.
quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Sinto-me.
Como uma pauta inacabada.
Faltam-me semínimas, colcheias, semi-breves, claves de sol e claves de fá.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
