"o sentimento que se repete.
a letra do alfabeto que muda.
o interesse que começa no auge e vai diminuindo com o passar do tempo.
a falta de coragem em arriscar.
as dúvidas quanto ao futuro, o medo em relação ao passado e a vontade de viver o presente.
a vontade de me deixares ser eu, de tentar não desiludir-me e de não te iludir.
a vontade de me deixar ir, de me ultrapassar... e o horizonte que se desvaneceu, assim que tudo caiu.
todos os dias me reinvento.
todos os dias há o esforço e, todos os dias, aparecem obstáculos e tu desistes."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
nem tudo o que parece, é
Gosto de passar e ver passar. Gosto de brilhos no olhar. Gosto de sorrisos indiscretos e de quem recebe de braços abertos.
Gosto de viagens, do novo, do incerto. Gosto de palpitações no coração dela quando sabe que vai dar certo. Gosto da força que arranja quando lhe falta o chão e, ainda assim, prossegue o caminho e faz tudo com paixão.
Gosto que ele pense que é importante quando, no fundo, quem importava mesmo já não está. Mas ele não tem de saber. Ninguém tem. E, o mais engraçado, é que gosto do gozo que isso me dá.
Gosto de viagens, do novo, do incerto. Gosto de palpitações no coração dela quando sabe que vai dar certo. Gosto da força que arranja quando lhe falta o chão e, ainda assim, prossegue o caminho e faz tudo com paixão.
Gosto que ele pense que é importante quando, no fundo, quem importava mesmo já não está. Mas ele não tem de saber. Ninguém tem. E, o mais engraçado, é que gosto do gozo que isso me dá.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
declaração perfeita.
"her lips, her lips,
I could kiss them all day if she'd let me.
her laugh, her laugh,
she hates but I think it's so sexy"
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
não é mito.
as pessoas invejosas e que amam falar nas costas das outras pessoas existem mesmo. Deus, andas distraído? manda já um raio cá p'ra baixo!
domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
RCP

ouvia como se fosse o instinto a mandar. nem sequer era de lá, era de perto. na altura morava onde nasci, em Marco de Canaveses, e nada me ligava a Penafiel a não ser a proximidade geográfica.
no entanto, um dia, ao passear pelas frequências da rádio fiquei lá. não percebi bem porquê, mas fiquei presa. a partir dali começou a ser habitual. os nomes dos locutores, os programas e o "som" característico de cada rádio. aquela tinha. e eu ficava-me. e falava dela.
anos volvidos, terminei o meu curso. fiz o meu estágio em TV e depois de o acabar (passado poucos meses) fui contactada PELA rádio. falo-vos da Rádio Clube de Penafiel. fui à entrevista. passei as várias estapas e, quando dei por mim, estava lá. estava a trabalhar na rádio que ouvia desde miúda! nunca pensei...
uma rádio local, uma rádio pequena, é certo, mas onde se aprende imenso! onde o ambiente é mesmo familiar e onde cada jornalista/animador/funcionário é tido em conta enquanto ser humano. onde as pessoas se preocupam...MESMO!
onde cada ouvinte valoriza MESMO tudo o que é dito; onde cada entrevistado tem MESMO orgulho em participar. "é a rádio da terra". é o que lhes está próximo. é onde podem ouvir o vizinho, o seu presidente da junta, da câmara e podem (até) ouvir falar das suas ruas!!
são os "pés no chão" de um país que anda com a cabeça nas nuvens.
já passou um ano e, entretanto, o meu caminho está a ser trilhado noutro lado. mas não posso deixar de fazer um apelo: NÃO DEIXEM AS RÁDIOS LOCAIS MORRER!!! OUÇAM A RCP!!!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sem título.
sabes hoje faltaste-me. não soube de ti todo o dia. e pensei em ti o dia todo.
queria dizer-te que as pessoas estão más: falam torto, não respeitam opiniões e o umbigo de cada um é tema central de risadas e de jogatanas nos cafés.
já não há o todo. o trabalho de equipa. o “bom dia” acompanhado do sorriso mais puro. aqui para nós, acho que o que lhes faz falta é o som dos passos de uma criança a correr; o som da água a passar por entre as rochas; o fazer castelos de areia e ficar com as mãos muito sujas; o alívio de deitar a cabeça num colo que os proteja; o prazer de ouvir o pai ou a mãe dizer “boa noite. Dorme bem” e desligar a luz.
e se se lembrassem que qualquer um de nós pode não acordar amanhã?? e que um acto de má fé, uma palavra cortante, fria e dura pode ficar para sempre a pesar na consciência??
sabes, tenho a certeza que seriam todos mais felizes se tivessem isto em conta. e estou quase, quase, quase, certa disso.
queria dizer-te que as pessoas estão más: falam torto, não respeitam opiniões e o umbigo de cada um é tema central de risadas e de jogatanas nos cafés.
já não há o todo. o trabalho de equipa. o “bom dia” acompanhado do sorriso mais puro. aqui para nós, acho que o que lhes faz falta é o som dos passos de uma criança a correr; o som da água a passar por entre as rochas; o fazer castelos de areia e ficar com as mãos muito sujas; o alívio de deitar a cabeça num colo que os proteja; o prazer de ouvir o pai ou a mãe dizer “boa noite. Dorme bem” e desligar a luz.
e se se lembrassem que qualquer um de nós pode não acordar amanhã?? e que um acto de má fé, uma palavra cortante, fria e dura pode ficar para sempre a pesar na consciência??
sabes, tenho a certeza que seriam todos mais felizes se tivessem isto em conta. e estou quase, quase, quase, certa disso.
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